Fundada no ano de 1986, a Federação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos do Espírito Santo (FEHOFES) é uma entidade sem fins lucrativos que tem por finalidade defender, proteger, representar e assistir os interesses sociais e econômicos dos hospitais filantrópicos do estado do Espírito Santo.
Foi lançada nesta sexta-feira (10) a edição 2026 do Prêmio Luiz Nivaldo da Silva, iniciativa que busca incentivar a participação do maior número de instituições associadas. A premiação é uma realização da Federação dos Hospitais Filantrópicos do Espírito Santo (Fehofes).
As inscrições podem ser feitas até o dia 30 de abril. A premiação será dividida em duas classes, conforme o porte dos hospitais. A Classe 1 contempla unidades de pequeno e médio porte, com 11 a 160 leitos de internação. Já a Classe 2 é voltada para hospitais de grande porte, com mais de 160 leitos.
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Nesta edição, o prêmio traz novidades nas categorias, ampliando o foco das iniciativas e valorizando diferentes áreas da gestão hospitalar. Os trabalhos poderão ser inscritos nas seguintes frentes:
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A categoria de Gestão de Pessoas, Inclusão Social e Diversidade reúne projetos voltados à valorização e ao desenvolvimento dos profissionais, incluindo ações de capacitação, liderança e bem-estar, além de iniciativas que promovam equidade, respeito às diferenças e inclusão de pessoas com deficiência.
Já em Gestão de Processos, serão avaliadas iniciativas que tenham promovido ganhos de eficiência e qualidade, como padronização de rotinas, redução de desperdícios e melhoria do desempenho organizacional.
A categoria Cuidado Centrado no Paciente destaca ações que contribuam para a melhoria da experiência e da segurança dos pacientes, considerando suas necessidades e expectativas, além de práticas de humanização, acolhimento e envolvimento familiar durante toda a jornada de atendimento.
Cada hospital poderá inscrever até dois trabalhos por categoria, respeitando o limite máximo de seis projetos por instituição.
A Federação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos do Espírito Santo (FEHOFES) divulgou o relatório de atividades referente ao ano de 2025.
O documento reúne um panorama das principais ações desenvolvidas pela entidade ao longo do período e também foi aprovado durante a Assembleia Geral Ordinária da federação, realizada com a participação de representantes das instituições associadas. O documento está disponível no site da Federação.
O relatório apresenta um resumo das iniciativas promovidas pela entidade ao longo do ano, incluindo atividades institucionais, participação em agendas do setor, cursos, programas de capacitação e ações voltadas ao fortalecimento da rede filantrópica de saúde.
O documento também reúne dados e indicadores relacionados aos hospitais filantrópicos representados pela federação, destacando a relevância dessas instituições para o atendimento à população.
O material tem como objetivo dar transparência às ações desenvolvidas e registrar os avanços obtidos durante o ano, além de reforçar o papel da entidade na defesa e no apoio às Santas Casas e hospitais filantrópicos do estado.
O relatório também serve como instrumento de prestação de contas e de acompanhamento das iniciativas realizadas em benefício das instituições associadas.
A Federação dos Hospitais Filantrópicos do Espírito Santo (Fehofes) realizou, na manhã do dia 24 de fevereiro de 2026, a palestra “Reforma Tributária para Hospitais Filantrópicos”, reunindo representantes das instituições de saúde do Estado para discutir os impactos das mudanças no sistema tributário para o setor.
O encontro aconteceu às 9h30, no auditório da ETSUS, e contou com a participação de contadores dos hospitais filantrópicos, além de gestores e profissionais da área administrativa.
O palestrante foi Roberto Schulze, conselheiro do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) e ex-presidente do Conselho Regional de Contabilidade do Espírito Santo (CRC-ES). Durante a apresentação, ele abordou os principais pontos da reforma e os reflexos práticos para a rotina financeira e contábil das instituições filantrópicas.
Segundo a presidente da FEHOFES, Vera Mantelmacher, o evento foi um momento estratégico para aprofundar o debate sobre um tema de grande relevância para o setor.
“Foi um momento muito importante no qual pudemos compartilhar informações sobre o impacto que a reforma tributária vai trazer no dia a dia de cada hospital”, destacou.
A iniciativa reforça o papel da Federação no apoio técnico às Santas Casas e hospitais filantrópicos, promovendo qualificação e alinhamento diante das mudanças que impactam diretamente a sustentabilidade das instituições.
A Federação dos Hospitais Filantrópicos do Espírito Santo (Fehofes) elegeu sua nova diretoria para o triênio 2026-2028. A eleição aconteceu durante reunião da Assembleia Geral Ordinária, realizada nesta terça-feira, às 10 horas, na sede da entidade, em Vitória.
O encontro contou com a participação de representantes de diversos hospitais filantrópicos do Estado. Durante a assembleia, também foram aprovadas a prestação de contas referente ao exercício de 2025 e o relatório de atividades. O presidente da Fehofes até 2025, Fabrício Gaeede, também participou da reunião.
Em sua fala, ele destacou marcos importantes da gestão, como o Prêmio Luiz Nivaldo da Silva e os avanços obtidos em articulação com a o Governo do estado.. Segundo ele, os dados apresentados demonstram os resultados alcançados ao longo do período.
O ex-presidente afirmou ainda que o Espírito Santo se tornou uma referência nacional e reforçou a confiança na capacidade dos hospitais filantrópicos e de seus gestores para contribuir com o sistema de saúde.
“Hoje, o Espírito Santo é um exemplo de verdade no Brasil. E eu acredito muito na capacidade que cada hospital e cada gestora do Espírito Santo tem para contribuir no nosso sistema de saúde”, declarou.
Após a aprovação da chapa, a presidente eleita, Vera Mantelmacher, agradeceu ao ex-presidente pelo trabalho realizado e afirmou que dará continuidade às ações desenvolvidas nos últimos anos. Ela ressaltou o compromisso de fortalecer cada vez mais os hospitais filantrópicos do Espírito Santo e promover a sustentabilidade do setor, por meio da união das instituições e do reconhecimento da relevância dos serviços prestados à população capixaba.
“Estamos aqui para fortalecer cada vez mais os hospitais filantrópicos do Espírito Santo e promover a sustentabilidade. Com a união, buscamos ampliar o reconhecimento e mostrar, de fato, a prestação de serviços de saúde oferecida à população capixaba.”
Nova diretoria da Fehofes
Vera Mantelmacher – Presidente (Hosp. Evangélico de Vila Velha)
Thiago Rampazzo Pancini – Vice-presidente (Santa Casa de Vitória)
Hériton Campanha – Diretor Tesoureiro (Hosp. Evangélico de Cachoeiro)
Esla Lessa – Diretora Secretária – (Hospital Padre Máximo em Venda Nova)
Octacílio Calixto – Diretor Vogal (Hospital São José de Colatina)
Conselho Fiscal
Andrea Cellin – Hospital Infantil de Cachoeiro de Itapemirim
Franco Pierre – Hospital Santa Rita
Maria de Fátima dos Santos – H. AFPES
Conselho Fiscal – suplentes:
Josiane Aparecida Moreira Areal – Santa Casa Guaçui
Marfiza Machado de Novaes – Hospital Vicente Paulo Afonso Claudio
Rubens Felix – Hospital São Camilo Aracruz
A Fehofes foi destaque na 8ª edição do Prêmio Farol do Bem, promovido pelo Sindifer, ao conquistar dois reconhecimentos importantes na cerimônia realizada na noite de quinta-feira, em Vitória.
O Programa de Desenvolvimento de Lideranças garantiu o 3º lugar na categoria Ação Social. Já o Prêmio Luiz Nivaldo da Silva de Boas Práticas recebeu o Prêmio Destaque, reforçando seu impacto e relevância ao longo dos cinco anos de existência.
Os troféus foram recebidos pela presidente da Fehofes, Vera Mantelmacher, que dedicou as premiações ao trabalho desenvolvido pelas instituições filantrópicas.
“É uma alegria compartilhar esses resultados. O Prêmio Luiz Nivaldo da Silva vem se consolidando e fazendo diferença na vida da população graças às boas práticas das nossas instituições”, afirmou.
O Prêmio de Sustentabilidade – Farol do Bem tem como objetivo reconhecer iniciativas sustentáveis desenvolvidas por organizações, instituições e pela sociedade.
A premiação também busca ampliar a projeção dessas ações, influenciando a criação de novos projetos que contribuam para o bem coletivo.
Uma política pública destinada aos hospitais de pequeno porte (HPPs) – principalmente aos da rede filantrópica localizados no interior do estado – foi o objetivo da reunião que aconteceu na Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales).
Entre os participantes, estava a presidente da Federação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos do Espírito Santo (Fehofes), Vera Mantelmacher.
Segundo ela, os hospitais de pequeno porte fazem parte da rede de saúde do Estado e podem, assim como há exemplos principalmente no interior, auxiliar na demanda de atendimento à população.
Vera defendeu uma melhor definição das diretrizes e qual contribuição os hospitais podem dar para a rede de saúde.
“Assim como nós temos atenção primária, secundária e terciária, nós temos hospitais estruturantes, estratégicos de apoio, que podem compor uma rede”, afirmou.
A presidente da Fehofes lembrou que os leitos desses hospitais de pequeno porte podem ser usados com contrato com a Sesa para que essas instituições consigam sustentabilidade.
Em sua fala, Vera lembrou ainda que a Fehofes tem atuado junto às instituições para que os gestores se capacitem para fortalecer e aprimorar a administração dos hospitais.
“A gente identificou desde o ano passado a necessidade de promover cursos profissionalizantes para os dirigentes dos hospitais, em parceria com a Associação dos Voluntários da Saúde. Foram 10 meses de capacitação e agora estamos começando, dia 27 de novembro, o curso de controladoria hospitalar. É uma forma também de a Federação contribuir no desenvolvimento das lideranças, e isso também impacta diretamente na gestão hospitalar e no desenvolvimento de suas atividades”, destacou.
Segundo o presidente da Comissão de Saúde, deputado Dr. Bruno Resende (União), há mais de mil leitos de baixa complexidade disponíveis nesses hospitais, prontos para serem contratados pela Sesa.
De acordo com o parlamentar, o aproveitamento desses leitos ajuda a descentralizar o atendimento. Ele deu como exemplo casos de pessoas em cuidados paliativos, internadas em cidades distantes de suas casas e que poderiam estar utilizando essas vagas para ficarem mais próximas de suas famílias.